terça-feira maio 31, 2011 17:10

Espiritismo – o que é?

De Alamar Régis Carvalho

Partindo do princípio que o objetivo de todo jornalIsta ético e sensato é o de informar bem, com coerência, honestidade, dignidade e imparcialidade, preocupando-se sempre com o indispensável conhecimento da causa que leva a reportar, venho apresentar-lhes uma contribuição em cima de um assunto que muitos profissionais do jornalismo, embora bem intencionados, terminam cometendo equívocos lamentáveis, por uma inexplicável ignorância que compromete os seus nomes bem como o dos veículos por onde vinculam as suas matérias ou reportagens.

Falo com respeito ao assunto Espiritismo, tema este que invariavelmente é visto apenas no campo religioso, o que na verdade não é, e sobretudo, o que é mais lamentável, sempre enfocado com afirmativas de conceitos absurdos, oriundos do ‘achismo’ e também de uma cultura criada na cabeça das pessoas, pela intolerância e a desonestidade religiosa.

Não objetivo aqui defender crença ou fé nenhuma, porque não é isto que está em questão. Só quero mesmo prestar contribuição ao gigantesco segmento honesto do jornalismo acerca de uma coisa, como ela realmente é, para que ele esteja melhor informado, sem a menor pretensão de querer fazer com que nenhum profissional o aceite, concorde com os seus postulados e, muito menos, se converta. Vamos aos assuntos:

Espiritismo não é igreja

Em princípio corrijam a conceituação inicial: Espiritismo não é simplesmente religião. Ele não veio ao mundo com objetivo nenhum de ser religião. Trata-se de uma doutrina filosófica, com base calcada na racionalidade, na lógica e na razão, apenas com conseqüências religiosas, haja vista que os seus adeptos ficam livres da submissão a qualquer religião, por não serem obrigados a coisa nenhuma e nem serem proibidos de nada. Há centros espíritas que se portam como se fossem igrejas, mas isto é produto da concepção equivocada dos seus dirigentes, que ainda sentem a necessidade da rezação, em que pese o Espiritismo ser algo muito acima disto..

Não existe ‘Kardecismo’, existe ‘Espiritismo’

O jornalista equivocado costuma utilizar-se da expressão ‘kardecismo’, para identificar algo que ele imagina ser uma ‘ramificação’ do Espiritismo, achando que Espiritismo é um ‘montão de coisas’ que existe por aí, quando na realidade não é.
A palavra ‘Espiritismo’ foi criada, ou inventada, como queiram, pelo senhor Allan Kardec, exclusivamente, para denominar a doutrina nova que foi trazida ao mundo, por iniciativa de Espíritos, e que tem os seus postulados próprios.

Portanto, qualquer crença ou prática religiosa que utiliza-se da denominação ‘Espiritismo’, fora desta que se enquadre nos seus postulados, está utilizando-se indevidamente de uma denominação, mergulhando no campo da fraude. Daí a verdade que o nome disto que vocês chamam de ‘kardecismo’, verdadeiramente é ‘Espiritismo’.

Apenas para clarear o campo de conhecimento dos que ainda têm dúvidas, em achar que Candomblé, Cartomancia, Necromancia, Umbanda e outras práticas espiritualistas é Espiritismo, vai aqui uma pequena tabela, exemplificando algumas práticas de alguns segmentos, para apreciação daqueles que consideram relevante o uso da inteligência e do bom senso, a fim de um discernimento mais coerente e responsável.

Veja quem adota e quem não adota o quê:

Procedimentos, Práticas e Rituais Umbanda Catolicismo Espiritismo
Altares
Imagens
Velas
Incensos e Defumações
Paramentos e Vestes Especiais
Obrigações aos participantes
Proibições aos participantes
Ajoelhar, Sentar e Levantar-se em Cultos
Bebidas Alcoólicas em Cultos
Sacerdócio Organizado
Sacramentos
Casamentos e Batizados
Amuletos, Pátuas, Escapulários, Rosários
Hinos, Canticos e Pontos Cantados
Crença em Satanás
Sim
Sim
Sim
Sim
Sim
Sim
Sim
Sim
Sim
Sim
Sim
Sim
Sim
Sim
Sim
Sim
Sim
Sim
Sim
Sim
Sim
Sim
Sim
Sim
Sim
Sim
Sim
Sim
Sim
Sim
Não
Não
Não
Não
Não
Não
Não
Não
Não
Não
Não
Não
Não
Não
Não

Como pode, então, um profissional que tem a obrigação de estar bem informado, poder afirmar que Espiritismo e Umbanda são a mesma coisa? Não seria mais coerente dizer que tem mais semelhanças com o Catolicismo, embora não seja também a mesma coisa?

O espírita não tem a menor pretensão de diminuir ou desvalorizar o adepto da Umbanda que, por sua vez, tem também a sua denominação própria que é Umbanda, e não Espiritismo, apenas quer deixar claro que Espiritismo é Espiritismo e Umbanda é Umbanda, assim como Catolicismo é Catolicismo, Protestantismo é Protestantismo.

A afirmativa que alguns fazem, em dizer que tudo é a mesma coisa, com a diferença de que na Umbanda se reúnem negros e pobres e no tal ‘Kardecismo’ se reúnem o que chamam de elites, é extremamente leviana, desonesta e irresponsável. O Espiritismo não faz qualquer discriminação de raças, cor ou padrão social, já que em seu movimento existem inúmeros negros, mulatos, brancos e de todas as etnias.

Allan Kardec não inventou o Espiritismo

Allan Kardec não inventou ou criou Espiritismo nenhum. A proposta veio de Espíritos, através de manifestações espontâneas, consideradas como fenômenos, na época, e ele, que nada tinha a ver com aquilo, foi convidado por alguns amigos para examinar e analisar os tais fenômenos, em suas casas, oportunidade em que foi convidado, pelos Espíritos, pela sua condição de pedagogo e educador criterioso, a organizar aqueles ensinamentos em livros e disponibilizar para a humanidade.

Ele foi tão honesto e consciente de que a obra não era de sua autoria, que evitou colocar o seu nome famoso na Europa antiga (Denizard Rivail) como autor dos livros e preferiu utilizar-se de um pseudônimo. É bom que se saiba que o tal professor Rivail era autor famoso de livros didáticos e que tudo o que aparecia com seu nome vendia muito, não apenas na França como em toda a Europa.

Atentem para o detalhe: Os Espíritos optaram por um pedagogo, um professor, e não por um padre, um religioso, o que nos convida a entender que o Espiritismo é escola e não igreja.

Sobre a reencarnação

Não é patrimônio exclusivo do Espiritismo e não foi inventada pelo Espiritismo, posto que é algo conhecido pela maior parte da humanidade, por milênios, muito antes do Espiritismo, que tem apenas 151 anos de idade.

O espírita, depois de estudar a reencarnação, não crê na reencarnação, ele passa a SABER a reencarnação, o que é diferente. Exemplificando: Você crê que a Lua existe ou você sabe que ela existe? Afinal, você pode vê-la e comprovar, inclusive cientificamente? É isto aí.

Portanto a afirmativa de que os espíritas crêem na reencarnação é infantil e sem sentido.

Sobre a mediunidade

Também não é patrimônio exclusivo e nem foi inventada pelo Espiritismo. É uma faculdade humana normal e independe de crença religiosa, já que a pessoa pode possuí-la, com maior ou menor intensidade, acredite ou não. O Espiritismo apenas se dispõe a estudá-la, educar e disciplinar as pessoas que a possuem, para que o seu uso possa ser benéfico a elas e aos outros, absolutamente dentro dos elementares padrões de moralidade. Segundo os postulados espíritas ela não deve ser comercializada, nunca, e deve ser utilizada gratuitamente; todavia é praticada comercialmente em alguns lugares do mundo, por pessoas que são médiuns, inclusive honestas, mas nada sabem sobre Espiritismo, numa comprovação de que ela existe fora do meio espírita.

Qualquer afirmativa do tipo que ‘alguém tem mediunidade e precisa desenvolver’ é vinda de pessoas inconseqüentes, mesmo algumas que se auto rotulam espíritas, posto que o Espiritismo propõe que a faculdade deve ser educada e não desenvolvida.

Sobre o caráter do centro espírita

É um local que deve atuar como escola e não como igreja. A sua proposta é de estudos, sobretudo da matéria que trata da reforma íntima das pessoas, dando ciência do papel de cada um de nós na terra, da nossa razão de existir enquanto criaturas úteis ao nosso próximo, esclarecimento da nossa condição espiritual no presente e no futuro e, principalmente, a nossa conduta moral.

Recomenda a prática da Caridade, sim, mas de forma ampla no sentido de orientar e informar aos outros sobre os meios de libertações dos conflitos, das amarguras, das incompreensões e do sofrimento em si e não esse entendimento estreito de que Caridade se resume apenas a dar prato de sopa ou roupas usadas para pobres, para qualificar o doador como bonzinho.

Adota Jesus, sim, inclusive como o maior modelo e guia que temos para seguir, concebendo o seu Evangelho como a bula coerente a nos conduzir, e não como sendo ele o próprio Deus.

Enfim. O centro espírita é um local de estudo e não de rezação.

Sobre quem é reencarnação de quem

Recentemente vimos um jornalista afirmar, nas páginas da VEJA, que os espíritas juram que Fulano é reencarnação de Sicrano, o que se constitui em um absurdo. Em princípio espírita não adota jura nenhuma. Segundo, que não consta da atividade espírita a preocupação de quem é reencarnação de quem, uma vez que esta discussão é irrelevante, não tem razão nenhuma, não acrescenta absolutamente nada na proposta espírita para a criatura humana, em que pese alguns espíritas, apenas alguns, (nem todos entendem bem a proposta da doutrina) se ocuparem com esse tipo de discussão. Falar em quem é ou talvez possa ser reencarnação de quem, é conversa amena de momentos de descontração de espíritas, apenas em nível de curiosidade ou especulação, jamais tema de estudo sério da casa espírita. Ainda que possa existir, em alguns locais de estudos mais profundos e pesquisas espíritas, interesses em trabalhar as questões da reencarnação, os estudiosos apenas sugerem que fulano possa ser a reencarnação de alguém, mas nunca afirmam, apesar de evidências marcantes e inquestionáveis, quando a condução da pesquisa é séria e criteriosa. Quem anda dizendo que é a reencarnação de reis, de rainhas e de personagens poderosas do passado não são os espíritas, são apenas alguns bobos que estão no Espiritismo sem consciência do seu papel.

Apologia ao sofrimento

Matérias de revistas e jornais, dentro deste equívoco que nos referimos, chegaram a afirmar, diversas vezes, que o Espiritismo ensina as pessoas a serem acomodadas em relação ao sofrimento e até chegarem a dizer que o sofrimento é bom. Não condiz com o coerente ensinamento do Espiritismo. Se algum espírita chega a dizer isto, certamente é vítima do masoquismo e, provavelmente, deve praticar um ritual em sua casa, quando, talvez uma vez por semana, colocar a mão sobre uma mesa e dar uma martelada em seu dedo. Sofrimento não é condição fundamental para a evolução de ninguém, embora entendamos que, ao passar por ele, muitas pessoas terminam acordando para a realidade da vida e mudando de conduta, sobretudo no campo do orgulho, do egoísmo e da presunção.

Mesa branca

Não existe espiritismo mesa branca, alto espiritismo, baixo espiritismo ou qualquer ramificação do Espiritismo, que é um só. O hábito de forrar mesas com toalhas de cor branca, na maioria dos centros espíritas, nada mais é que um hábito de alguns espíritas, de certa forma até equivocados também, uns talvez achando que a cor branca da toalha ou das roupas das pessoas tem algum significado virtuoso, quando na verdade não existe esta orientação no Espiritismo. Muito pelo contrário, seria preferível utilizar toalhas (por que tem sempre que ter toalhas nas mesas?) de outras cores, posto que tecidos em cor branca têm maior facilidade de sujar. Portanto a citação de ‘espiritismo mesa branca’ é mais uma expressão da ignorância popular, o que não se admite nos jornalistas.

Terapia de vidas passadas

Não é procedimento espírita, em que pese ser recomendável em alguns casos, porém em consultórios de profissionais especializados, geralmente psicólogos ou médicos. É fato, existe, é comprovado, tem resultados cientificamente respaldados, mas não é prática espírita..

Cromoterapia, piramidologia etc…

Se alguém usa uma dessas práticas no espaço físico de uma casa espírita, é por pura deliberação da direção da casa, que se considera livre para fazer o que quiser, até mesmo dar aulas de arte culinária, corte e costura, curso de inglês, informática ou o que quiser, que são atividades úteis, sem dúvidas. Mas não tem a ver diretamente com o Espiritismo.

Sucessor de Chico Xavier

Isto nunca existiu no Espiritismo, em que pese vários jornalistas terem colocado em matérias diversas, quando o Chico Xavier ‘morreu’, e ainda repetem, talvez querendo estabelecer alguma comparação do Espiritismo (que vêem apenas como religião) com a Igreja Católica, que tem sucessores dos papas, quando morrem. Chico Xavier nunca foi uma espécie de papa, de cardeal ou de qualquer autoridade eclesiástica dentro do movimento espírita. Divaldo Pereira Franco nunca foi sucessor do Chico, nunca teve essa pretensão, ninguém no movimento espírita fala nisto, que é coisa apenas de páginas de revistas desinformadas sobre o que verdadeiramente é o Espiritismo.

A sua relação com a Ciência

Faz parte da formação espírita a seguinte recomendação: ‘Se algum dia a Ciência comprovar que o Espiritismo está errado em algum ponto, cumpre aos espíritas abandonarem imediatamente o ponto equivocado e seguirem a orientação da Ciência’. Mas isto não quer dizer que o que afirma determinadas criaturas, como o padre Quevedo, que se apresenta presunçosamente como cientista, deva ser entendido como Ciência, já que ele não é unanimidade e nem ao menos aceito pela maioria dos cientistas coisa nenhuma. Ele é padre, nada mais do que padre, com um tipo de postura que não aceita nem pela maioria do seio católico, quanto mais pelo científico. Não é à pseudo-ciência ou a opiniões pessoais de um ou outro elemento, que se diz de Ciência, que o Espiritismo se submete, com esta recomendação, é a Ciência, como um todo, em descobertas inquestionáveis. Até agora a Ciência não conseguiu apontar e muito menos comprovar erro em um ensinamento espírita, sequer. Se alguém exige, por exemplo, querer provas por parte dos que afirmam que existe vida fora da Terra, por questão de bom senso deve ter também provas de que não existe. Será que tem?

Medicina e Espiritualidade

Alguns médicos, tradicionalmente, sempre afirmaram que os problemas de saúde das pessoas nada têm a ver com problemas espirituais, porque estes se resumem a crendices. Hoje existe um curso de ‘Medicina e Espiritualidade’, oficial, dentro da USP (Universidade de São Paulo), a maior Universidade do País, onde são estudados estes questionamentos que alguns continuam a dizer que são crendices.. Em nível de informação, sugerimos que os jornalistas se interessem em reportar sobre este assunto, sem que vá aqui a menor intenção de querer converter ninguém. Não se trata de questão religiosa, trata-se de questão científica. Para melhor informação, as aulas deste curso podem ser vistas no site: www.redevisao.net. O telefone da Pineal Mind, onde são ministradas as aulas, é (11) 3209-5531 e o e-mail é faleconosco@uniespirito.com.br onde poderão ser obtidas maiores informações sobre o curso. Toda sexta-feira, às 19 horas, tem aula ao vivo, pelo site, numa webtv. Diante de todo o exposto sugerimos que os grandes veículos de comunicação de massa, obviamente comprometidos com a credibilidade dos seus nomes, repassem estes esclarecimentos aos seus profissionais de jornalismo, não necessariamente para que eles sejam simpáticos à idéia espírita, já que ninguém é obrigado a aceitar coisa nenhuma, mas para, pelo menos, não comprometerem as suas honorabilidades dizendo mentiras, leviandades e até se expondo ao ridículo reportando sobre um assunto que não entendem.

Fonte: www.luzespirita.com

Não sei se isto é verídico. Mas, se caso a gente não se veja mais a partir de amanhã, pode ser que os cálculos sejam verdadeiros…

Depois de 25 anos de pesquisa, emergem agora os primeiros dados da ampla pesquisa sobre sexo e morte realizada pela Universidade de Viena, comandada pelo pesquisador Karl Von Frauden. O resultado parcial é assustador. Basicamente, a equipe de Von Frauden estabeleceu uma relação entre sexo e dias de vida – ou, para entendermos melhor: cada trepada corresponde imediatamente a um dia a menos na vida do ser humano.

Tendo como base a afirmação bíblica que o homem foi feito para durar 120 anos, os pesquisadores iniciaram estudos com grupos de casais com 40, 50 e 60 anos. Estudaram o passado sexual de cada um, fizeram centenas de gráficos, cálculos, colocaram tudo dentro de poderosos computadores.

O caso específico de um dos casais estudados serviu de base para o resultado final. Trata-se do Casal X.

O Sr. X era um alemão metódico – desculpe o pleonasmo. Ele iniciou a sua vida sexual com uma prostituta, aos 15 anos. Logo depois conheceu uma garota com quem namorou por 8 anos. Eles transavam sempre às sextas-feiras e aos sábados, religiosamente. Em cerca de 20% das vezes, eram duas bimbadas consecutivas.

 Nesses 8 anos, o Sr. X deve ter fornicado com a namorada cerca de 1.000 vezes. Aos 24, o Sr. X conheceu a Sra. X com quem se casou e viveu por toda vida. Nos primeiros 5 anos a paixão era avassaladora e a Sra X – que havia se casado virgem – queria experimentar de tudo e em todos os lugares.

 Nesses 5 anos, ele acredita que transaram 3 ou 4 vezes por semana, o que leva a um número de 2.000 bimbadas – computados já os 20% de bimbadas duplas. Arrefecida a paixão, os próximos 10 anos foram de minguadas bimbadas semanais, pouquíssimas duplas: 600. Chegada aos 40 anos a Sra. X voltou a ficar aquecida, acesa, sugando as energias sexuais do marido. O Sr. X tinha que fazer uso de afrodisíacos, tomar chás milagrosos, chegou até a comprar um aparelhinho, um sugador de pênis… Ele acredita que nos 15 anos seguintes, chegaram a transar 2 vezes por semana, em média – com raríssimas bimbadas duplas: 1.500.

 Dos 55 aos 65 anos, o fogo novamente sumiu e eles quase não transavam mais, coisa de uma transa a cada 10 ou 15 dias, duas ou três bimbadas duplas: 400. A partir dos 65 e até os 75, não deram mais que 100 tentativas-e-erro. O cálculo geral de bimbadas dadas pelo Sr. X ao longo de toda a sua vida foi de cerca de 4.500 – o que dá algo em torno de 12 anos a menos de vida, segundo a teoria de Von Frauden.

 Porém, ainda segundo os estudos, a masturbação corresponderia a menos meio dia na vida do homem – e o Sr. X calcula que, entre 14 e 24 anos tivesse batido pelo menos umas 4.000 bronhas – ‘tinha dia de eu bater umas três bronhas’, confidenciou o Sr. X, desde que mantivessem eternamente preservada a sua identidade.

 Após os 24 anos e até os 75, os cálculos para as bronhas do Sr. X foram de cerca de 600. O cômputo final do número de trepadas + o número de bronhas relativas negativamente aos dias de vida do Sr. X apontaram, depois de cálculos precisos feitos por computadores de última geração, para exatos 24 anos a menos.

Estranhamente, o Sr. X havia morrido aos 89 anos, 7 anos antes do que deveria morrer, segundo a teoria da equipe de Viena.

 O dr. Von Frauden foi pesquisar – e encontrou a resposta: o Sr. X tinha uma amante. O professor encontrou a amante, mas ela não quis relevar detalhes da sua relação com o Sr. X. Pelos cálculos da equipe de pesquisadores, o Sr. X deveria ter bimbado umas 2.400 vezes (se ele tivesse se encontrado com ela uma vez por semana, ia precisar de 50 anos para conseguir dar todas essas bimbadas) para ter morrido aos 89 anos de causas naturais.

Pois foi exatamente isso que aconteceu: a amante era uma prima da Sra. X, uma solteirona convicta, que preferia homens casados. Era só a Sra. X dar uma bobeira e a prima estava lá, fazendo o Sr. X.

Os pesquisadores investigaram a fundo essa relação, contaram para a Sra. X que disse: ‘se ele estava comendo ela, então devia fazer uns 50 anos mesmo!’.

Os números fecharam. E os pesquisadores aplicaram o mesmo método nos outros casais. Bateu.

A conclusão é quase inevitável: cada bimbada é um dia a menos em nossas vidas.

Basicamente, pessoas que nunca transam vivem 120 anos – isso se não morrerem por acidente ou morte matada. Os mais pervertidos vivem menos. É uma espécie de lei decompensação.

Longa vida e boa sorte aos solitários pesquisadores de Viena.

domingo março 27, 2011 15:54

Experiência de quase morte (EQM)

O que acontece quando morremos? Ao termos uma Experiência de Quase-Morte (EQM), qual é o sentimento que vivemos neste instante?

No livro Vida Depois da Vida, o Dr. Raymond Moody Jr. descreve as experiências de 150 pessoas que viveram o fenômeno de quase-morte. Ele tem pesquisado este assunto há vários anos e seus estudos recaíram sobre três categorias distintas: a experiência de pessoas que foram ressuscitadas depois de terem sido julgadas, consideradas ou declaradas mortas pelos seus médicos; a experiência de pessoas que, durante acidentes, doenças ou ferimentos graves, estiveram muito próximas da morte física; a experiência de pessoas que a contaram para outras que estavam presentes enquanto morriam.

O Dr. Moody considera mais dramática a primeira categoria, na qual realmente ocorreu o desencarne clínico, já que o paciente teve um contato direto com a morte. Em suas pesquisas, pôde notar que as pessoas que estiveram “mortas” por um tempo mais longo puderam contar com riqueza de detalhes, além de a terem vivido por completo, ou seja, passado por vários estágios da EQM.

Nos primeiros passos dessa experiência, muita gente descreve sentimentos de paz muito agradáveis. Outro dado importante é que quem teve uma EQM não sai falando para todo mundo o que aconteceu. Normalmente, a pessoa faz um comentário para algum parente ou amigo, porém, ao ser reprimida por seu interlocutor e com medo de ser vista pela sociedade como uma desequilibrada, prefere o silêncio, não tocando mais no assunto. No entanto, essa pessoa jamais esquece cada detalhe do que ocorreu, a experiência fica viva na sua mente como um filme que assistiu há poucos minutos.

No instante da morte clínica, algumas pessoas ouvem o médico declarar seu falecimento. Contam que, nesse momento, escutam sons de sinos, harpas, uma música majestosa. Logo após a ocorrência do ruído, conforme algumas declarações, tem-se a sensação de que entrou em um lugar escuro, como se tivesse sido puxado para aquele local com uma certa velocidade. Tal espaço escuro é descrito de diversas formas: caverna, buraco, poço, túnel, bueiro, vale, vácuo, vazio, cilindro etc. Após a passagem rápida pelo local escuro, o Dr. Moody explica que “a pessoa que está morrendo tem, com freqüência uma surpresa muito grande, pois, nesse ponto, encontrar-se olhando seu próprio corpo físico de um ponto fora dele, como se fosse um expectador, uma terceira pessoa no quarto apreciando as figuras e os eventos”.

Nesse momento, a reação de cada um se altera. Alguns não têm noção ou não ligam para a possibilidade de estarem mortos, sentem-se confusos. Há aqueles que entram em desespero e querem voltar imediatamente ao seu corpo, enquanto outros não sentem medo, mantendo-se calmos e serenos, sabendo que têm de voltar ao corpo, mas sem saber como fazê-lo. Após tentar contato com os médicos, sem sucesso, a pessoa descobre que não pode ser ouvida ou vista, ficando surpresa ao descobrir que a matéria não é obstáculo para aquele corpo espiritual que necessita de solidez para conseguir tocar as pessoas e pegar qualquer objeto.

Outro estágio da Experiência de Quase-Morte é o encontro com o ser de luz. Vale lembrar que, quando uma pessoa está vivendo este fenômeno, ela pode seguir os estágios conforme são colocados, mas também pode ter experiências que não seguem este enredo ou apenas parte dele. A experiência é considerada completa quando segue todos os estágios, independente da forma que foi executada.

Entre os relatos que estudou, Dr. Moody considera como mais incrível o elemento que tem o efeito mais profundo no indivíduo, que é o encontro com uma luz brilhante. Muitas pessoas fizeram questão de frisar que, apesar da luz ser forte e intensa, em momento algum ela ofusca ou faz doer os olhos, não impedindo que elas vejam outras coisas ao redor. Para o pesquisador, talvez a luz não afete os olhos das pessoas “porque, a essa altura, elas já não têm olhos físicos para ser ofuscados”.

A comunicação entre o ser e a pessoa se dá através do pensamento, com perguntas do tipo “você está pronto para morrer?”, “o que você fez com sua vida já é o suficiente?”, entre outras. Estas questões não são feitas com o intuito de punir ou condenar, mas de uma forma carinhosa, para que as pessoas reflitam e façam uma auto-análise de como procederam até aquele momento e o que poderiam fazer de melhor. O ser apresenta à pessoa uma recapitulação panorâmica de sua vida. Conforme informações de grande parte daqueles que passaram pela Experiência de Quase-Morte, as imagens são vistas em cores vibrantes, tridimensionais e em movimento. Em alguns casos, até as emoções expressas nas imagens podem ser sentidas naquele instante. São tão marcantes estes momentos que, mesmo depois de muito tempo da ocorrência do fenômeno, as pessoas se lembram com detalhes do que viram.

Algumas pessoas descreveram ao Dr. Moody a presença de uma barreira ou limite, uma espécie de divisória entre o lado espiritual e o material. Assim, a pessoa que está vivendo a EQM pode chegar apenas naquele ponto especifico. A forma dessa barreira varia de relato para relato, podendo ser uma extensão de água, uma névoa cinza, uma porta, uma cerca em volta de um campo ou simplesmente uma linha.

Emmanuel Swedenborg, considerado um dos precursores do Espiritismo, relatou sua experiência fora do corpo, explicando como passou pelos primeiros eventos da morte: “Fui levado a um estado de insensibilidade quanto aos sentidos corporais, quase a um estado de morte. Porém, a vida interior, com o pensamento, permaneceu íntegra e, com isso, percebi e retive na memória as coisas que ocorreram aos que são ressuscitados dos mortos. Especialmente me foi dado perceber que havia um puxar e tirar da mente ou do meu Espírito para fora do corpo”, contou.

Sandra Rogers escreveu o livro Ensinamentos da Luz após ter uma Experiência de Quase-Morte em 1976, quando tentou se suicidar com um tiro no peito. Ela contou que foi levada à presença de uma Luz brilhante, que lhe deu acesso a um conhecimento ilimitado durante o tempo em que permaneceu naquele local. “Foi-me dito que eu poderia permanecer com a Luz desde que retornasse mais tarde ao mundo físico e vivenciasse tudo o que me levou ao ponto do suicídio junto com o restante da minha vida. Escolhi a alternativa que era retornar ao meu presente corpo físico. Foi-me permitido obter somente o conhecimento necessário para me manter, além de me serem dadas iluminações durante o caminho à medida que continue minha vida”, explicou Sandra.

Pelos relatos que o Dr. Raymond Moody Jr. estudou, as pessoas que tentaram suicídio não tiveram uma sensação de paz ou harmonia. Elas puderam ver o local para onde iriam caso a morte fosse concluída, além de sentirem um profundo mal-estar pela tentativa de fugir dos problemas pelo suicídio. Pensavam que estes terminariam com a morte, mas estavam provocando um problema ainda maior.

A Experiência de Quase-Morte provocou uma mudança no comportamento das pessoas quando estas regressaram à vida física. Elas passaram a olhar a vida com outros olhos, pensando mais nos outros. Acharam-se no dever de fazer uma reforma íntima, serem menos críticas, analisarem o que tinham feito da vida até aquele momento e o que poderia ser feito de forma diferente. Outro ponto importante é que ninguém saiu pregando o que viu, querendo fazer com que os outros acreditassem no fenômeno ocorrido. Pelo contrário, a experiência foi contada apenas para poucas pessoas, como explicamos anteriormente.

Tanto para os indivíduos que tinham uma religião quanto para os que não tinham, a experiência não teve nenhuma alteração no conteúdo relatado. Alguns críticos poderiam alegar que a fé religiosa poderia ter influenciado neste ponto, mas, independentemente disto, o relato foi similar. Aliás, alguns religiosos que pregavam que, ao morrer, os homens partiriam para o céu ou para o inferno viram a dessemelhança entre o que lhes foi ensinado e a realidade. As imagens são tão marcantes na mente destas pessoas que algumas lembram dos detalhes depois de muitos anos.

Alguns leitores devem estar se indagando quanto à morte biológica, como o fato do individuo ficar morto por mais de cinco minutos e não ter nenhuma seqüela no corpo, uma lesão cerebral por falta de oxigênio, por exemplo. Para o Dr. Moody, a morte é definida como o estado do corpo do qual é impossível voltar à vida. “É obvio que, por essa definição, nenhum dos meus casos seria incluído, pois todos eles supõem a ressurreição. Mesmo nos casos em que o coração deixou de bater por longos períodos, os tecidos do corpo, particularmente o cérebro, devem ter sido de algum modo, supridos de oxigênio e nutrientes”, explicou.

Entendo que a morte realmente não existiu de forma definitiva, pois não houve o rompimento dos laços que ligam o Espírito ao corpo por meio de seu envoltório semimaterial, o perispírito. De alguma forma, a espiritualidade fez com que o corpo recebesse os cuidados necessários, a fim de não sofrer qualquer seqüela enquanto a alma mantinha seu contato com o Mundo Espiritual. Em O Livro dos Espíritos, Allan Kardec diz que “fenômenos que escapam das leis da Ciência vulgar se manifestam em toda parte e revelam, em sua causa, a ação de uma vontade livre e inteligente”.

Seria a Experiência de Quase-Morte o resultado da privação momentânea de oxigênio, da tensão psicológica ou da dor? Em alguns casos, é possível que sim, entretanto, vários pacientes analisados deixaram claro que haviam experimentado um estado de lucidez acima do normal. Com base na Doutrina Espírita, poderíamos classificar a Experiência de Quase-Morte como uma espécie de desdobramento perispirítico involuntário.

Portanto, devemos acolher com carinho os conhecimentos adquiridos pelas pessoas que passaram pela EQM, tirando uma lição para nós como se tivéssemos passado pela mesma situação. Pensar desta forma é um incentivo à reforma íntima, ao pensamento coletivo, a saber olhar o mundo à nossa volta com mais amor e carinho. O individualismo não leva a lugar algum, pelo contrário. Como vamos dar continuidade ao nosso processo evolutivo se somos individualistas e utilitaristas?

A experiência pela qual essas pessoas passaram é maravilhosa, o sentimento que tiveram não pode ser expresso na linguagem humana. Algum motivo houve para que isto ocorresse com elas. Não podemos todos ter a mesma experiência, mas podemos tomá-la como universal, pois uma mensagem enviada ao semelhante também serve para nós. Estamos todos no mesmo caminho e o aprendizado de um deve ser passado para o outro. Quando idealizamos o bem para quem amamos, devemos estendê-lo para aqueles por quem não temos simpatia. Devemos ter a coragem de reconhecer um erro, de perdoar, de praticar a caridade, de termos fé em um Deus maravilhoso e supremo que nos ama mesmo diante de todos os nossos defeitos. Devemos repassar esse amor para todas as pessoas, sem discriminação de cor ou raça.

Às boas leituras engrandecem nosso intelecto e nosso Espírito. O aprendizado se faz neste Mundo e no Espiritual. Às vezes nos tornamos repetitivos, mas isso é proposital para o acompanhamento idealista que temos ou que tentamos colocar em prática mesmo nos momentos em que os obstáculos parecem maiores do que nossas forças. Mas apenas parecem, pois, dentro de nós, temos uma força maior do que qualquer problema, além da fé e coragem de seguirmos em nossa caminhada.

Revista Cristã de Espiritismo, edição nº 16, ano 2002.

quinta-feira fevereiro 24, 2011 07:49

Beber, de forma moderada, pode fazer bem à saúde

Em pesquisa publicada pelo “British Medical Journal”, o professor William Ghali, da Universidade de Calgarye e seus colegas, revisaram 84 estudos anteriores sobre a relação entre o consumo de álcool e doenças. Segundo a pesquisa, que colheu dados durante trinta anos, eles compararam o número de consumidores moderados de álcool e abstêmios que sofreram ou morreram de doença cardíaca e derrame. A conclusão foi de que o risco diminui em 14 a 25% dos casos entre os que beberam uma dose de bebida alcoólica ao dia.

A pesquisa constatou que o consumo de 2,5 a 14,9 gramas de álcool ao dia, o equivalente a dois drinks, variando conforme o tipo de bebida (uma pequena dose de vodca ou duas latinhas de cerveja, por exemplo), fez bem à saúde.

O estudo afirmou que o álcool ingerido com moderação (de até 15 gramas de álcool ao dia, para mulheres, e de 30 gramas, para homens) aumentou significativamente os níveis de colesterol bom, que limpa as paredes dos vasos sanguíneos do colesterol ruim, impedindo obstruções que podem levar a doenças cardíacas, bem como das proteínas adiponectina e apolipoproteína – relacionadas à saúde do coração.

No entanto Cathy Ross, enfermeira cardíaca sênior da Fundação Britânica do Coração, alerta: “beber mais do que quantidades razoáveis de álcool não oferece nenhuma proteção e pode causar hipertensão arterial, acidente vascular cerebral, alguns tipos de câncer e danos ao nosso coração”.

Outras pesquisas já demonstraram os benefícios do consumo de bebidas desde que de forma moderada.

 

domingo fevereiro 20, 2011 20:03

Tomando decisões…

Estou em férias. E, qualquer semelhança, terá sido mera coincidência…

.

julho 2020
D S T Q Q S S
« nov    
 1234
567891011
12131415161718
19202122232425
262728293031  

Hora certa

Estatísticas

  • Páginas exibidas :43693
  • Acessos únicos :16377
  • Acessos nas últimas 24 horas :15
  • Acessos únicos nas últimas 24 horas :4

Visitantes de hoje


------------------------------ criação sitio
------------------------------
FireStats icon Produzido pelo FireStats