sexta-feira dezembro 9, 2011 16:06

As 4 Leis da Espiritualidade na Índia

 

Índia, um país fascinante, com mais de um bilhão de habitantes; dezenas de religiões, deuses, lugar de magia, espiritualidade, templos, monumentos e rios sagrados.

E, de lá, os ensinamentos das quatro Leis da Espiritualidade.

Há quem diga que estas leis eximem quem quer que seja de responsabilidades. Isto porque tudo está pronto e, o que tem que ser, será.
Eu também achava que nada estava pronto, que a vontade prevalecia e o caminho por nós seria traçado. Até que, na vida que vivi, nada foi além do que aquilo que deveria acontecer. Ainda que minha vontade fosse suprema e meu desejo, infinito. Não prevaleceu a máxima do “querer é poder”, mas a de que aconteceu, como tinha de ser, ainda que não quisesse que fosse…

As 4 Leis da Espiritualidade

A Primeira Lei diz:

A pessoa que chega é a pessoa certa

Significa que nada ocorre nas nossas vidas por casualidade. Todas as pessoas que nos rodeiam, que interagem conosco, estão ali por uma razão, para que possamos aprender e evoluir em cada situação.

A Segunda Lei diz: 

O que aconteceu é a única coisa que poderia ter acontecido

Nada, absolutamente nada que ocorre nas nossas vidas poderia ter sido de outra maneira. Nem mesmo o detalhe mais insignificante! Não existe: “se acontecesse tal coisa, talvez pudesse ter sido diferente…”. Não! O que ocorreu foi a única coisa que poderia ter ocorrido e teve que ser assim para que pudéssemos aprender essa lição e então seguir adiante. Todas e cada uma das situações que ocorrem nas nossas vidas são perfeitas, mesmo que a nossa mente e o nosso ego resistam em aceitá-las.

A Terceira Lei diz:

Qualquer momento em que algo se inicia, é o momento certo.

Tudo começa num momento determinado. Nem antes, nem depois! Quando estamos preparados para que algo novo aconteça nas nossas vidas, então será aí que terá início!

A Quarta e Última Lei diz:

Quando algo termina, termina!

Simplesmente assim! Se algo terminou nas nossas vidas, é para nossa evolução! Portanto é melhor desapegar, erguer a cabeça e seguir adiante,  enriquecidos com mais essa experiência!

Creio que não é por acaso que está lendo isto. Se este texto chega até nós hoje é porque estamos preparados para entender que nenhum grão de areia, em momento algum, cai em lugar errado!

Vive Bem! Ama com todo o teu Ser! E seja imensamente feliz!

quarta-feira novembro 2, 2011 17:14

Amor infinito

Soneto de Fidelidade

De tudo ao meu amor serei atento
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.

Quero vivê-lo em cada vão momento
E em seu louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento

E assim, quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama

Eu possa me dizer do amor (que tive):
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure.

Vinícius de Moraes

sábado setembro 17, 2011 19:54

O incrível processo da morte

 Dr. Drauzio Varella

 

Nossos filhos se tornaram adultos e tiveram filhos. O nascimento de um neto é evidência de que não somos mais necessários para a perpetuação de nossos genes. Desse momento em diante a vida seguirá em frente, estejamos ou não por perto.

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Em 70 anos, uma recém-nascida se tornou avó ou bisavó. Quando nos aposentamos, a vida corre mais devagar. Nossos movimentos também estão mais lentos. Os sinais externos da idade ficam mais evidentes. Nossos sentidos estão menos sensíveis.

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Desde o nascimento, começamos a perder os cílios responsáveis pela captação dos sons, no interior do ouvido. Nessa idade já temos dificuldade para escutar os sons de alta freqüência. Devagar, com o tempo, perderemos até os que captam freqüências baixas. Os ossículos que transmitem as ondas sonoras da membrana do tímpano para dentro do ouvido endurecem. Fica difícil ouvir o que os outros falam.

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A visão também piora. A vida inteira expostos aos raios de sol, o cristalino, a lente dos olhos, perde a elasticidade e escurece. Pode até mudar a cor dos olhos. O cérebro precisa fazer acrobacias para compensar essas alterações.

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O esqueleto reflete bem o desgaste de muitos anos. Os ossos continuam fabricando células novas para substituir as velhas, mas os osteoblastos já não dão conta de repor as células perdidas. A perda constante de massa óssea torna os ossos quebradiços: é a osteoporose, um perigo permanente. Sofrer uma fratura é muito mais fácil. Isso acontece com ambos os sexos, mas as alterações hormonais da menopausa aceleram o processo nas mulheres.

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Por que a aparência de nosso corpo muda tanto entre os 40 e os 70 anos? É bem mais do que uma questão de uso e desgaste. O envelhecimento é um processo que afeta uma por uma de nossas células.

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A cada dia, bilhões de nossas células se dividem em duas. Para isso, precisam duplicar o DNA, e destinar uma cópia para cada célula-filha. Enquanto as células mais velhas morrem, as recém criadas ocupam o lugar deixado por elas.

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O problema é que o mecanismo de divisão celular é sujeito a pequenos erros. Quando o DNA é copiado, as imperfeições contidas nele também são duplicadas.

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Cada um desses erros é transmitido às células-filhas, às células-netas e, assim, sucessivamente, para todas as descendentes. É como nas fotografias: cópias de cópias perdem a nitidez. Desde o nascimento trocamos todos os ossos do nosso rosto a cada dois anos.

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Aos 70 anos, nossa face é a trigésima quinta cópia da que tínhamos ao nascer. A cada cópia as imperfeições se tornaram mais aparentes. É por isso que parecemos tão diferentes quando estamos mais velhos.

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Outra causa do envelhecimento está no ar que respiramos. Sem oxigênio não podemos sobreviver, mas ele nos corrói lentamente. Dentro de cada célula, as mitocôndrias são nossas centrais energéticas, nossas fábricas de energia. Elas combinam o oxigênio com os nutrientes para produzir a energia necessária ao funcionamento do organismo. Nesse processo são liberados poluentes chamados de radicais livres, que agridem as próprias paredes das mitocôndrias e comprometem a produção de energia.

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Como conseqüência, não conseguimos mais repor as células necessárias, nem corrigir os defeitos ocorridos em seu DNA. O funcionamento dos órgãos fica comprometido. Eles podem falhar. A morte, como a vida, é um processo construído no interior de nossas células. Da mesma forma que o DNA controla nosso desenvolvimento, também limita a duração de nossas vidas. Em cada cópia de si mesma, a célula perde um pequeno fragmento de DNA. Depois de bilhões de divisões, foi perdido tanto DNA que a
capacidade de formar novas células fica comprometida.

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A morte não é um acontecimento instantâneo. É um processo através do qual os órgãos pouco a pouco entram em falência. Ao dar as últimas batidas, o coração espalha pelo corpo um hormônio que aliviam a dor: as endorfinas. Sem oxigênio, os órgãos param de funcionar. Em dez segundos a atividade cerebral cai. Em quatro minutos o cérebro será lesado irreversivelmente. Perderemos a condição humana.

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A audição é o último sentido a nos abandonar. Mas algumas células permanecem vivas até mesmo depois da morte: as da pele ainda se dividem por 24 horas. E são necessárias 37 horas para que o último neurônio encerre a sua atividade.

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Para alguns de nós, a vida pode durar muito tempo. Quem nasce hoje tem expectativa de viver 80 anos ou mais. Mas todas as jornadas um dia devem terminar. Depois de nossa morte, nossos filhos e netos carregarão nossos genes no interior de suas células, e vão transmiti-los para seus descendentes. Nossa vida continuará dentro deles. As memórias que deixamos, também.

 

quinta-feira julho 7, 2011 19:00

O tempo passou e me formei em solidão

José Antônio Oliveira de Resende – Professor de Prática de Ensino de Língua Portuguesa, do Departamento de Letras, Artes e Cultura, da Universidade Federal de São João del-Rei.

Sou do tempo em que ainda se faziam visitas. Lembro-me de minha mãe mandando a gente caprichar no banho porque a família toda iria visitar algum conhecido. Íamos todos juntos, família grande, todo mundo a pé. Geralmente, à noite.

Ninguém avisava nada, o costume era chegar de pára-quedas mesmo. E os donos da casa recebiam alegres a visita. Aos poucos, os moradores iam se apresentando, um por um.

Olha o compadre aqui, garoto! Cumprimenta a comadre.

E o garoto apertava a mão do meu pai, da minha mãe, a minha mão e a mão dos meus irmãos. Aí chegava outro menino. Repetia-se toda a diplomacia.

Mas vamos nos assentar, gente. Que surpresa agradável!

A conversa rolava solta na sala. Meu pai conversando com o compadre e minha mãe de papo com a comadre. Eu e meus irmãos ficávamos assentados todos num mesmo sofá, entreolhando-nos e olhando a casa do tal compadre. Retratos na parede, duas imagens de santos numa cantoneira, flores na mesinha de centro… Casa singela e acolhedora. A nossa também era assim.

Também eram assim as visitas, singelas e acolhedoras. Tão acolhedoras que era também costume servir um bom café aos visitantes. Como um anjo benfazejo, surgia alguém lá da cozinha geralmente uma das filhas e dizia: Gente, vem aqui pra dentro que o café está na mesa. Tratava-se de uma metonímia gastronômica. O café era apenas uma parte: pães, bolo, broas, queijo fresco, manteiga, biscoitos, leite… Tudo sobre a mesa.

Juntava todo mundo e as piadas pipocavam. As gargalhadas também.

Pra quê televisão? Pra quê rua? Pra quê droga? A vida estava ali, no riso, no café, na conversa, no abraço, na esperança… Era a vida respingando eternidade nos momentos que acabam… Era a vida transbordando simplicidade, alegria e amizade…

Quando saíamos, os donos da casa ficavam à porta até que virássemos a esquina. Ainda nos acenávamos. E voltávamos para casa, caminhada muitas vezes longa, sem carro, mas com o coração aquecido pela ternura e pela acolhida. Era assim também lá em casa. Recebíamos as visitas com o coração em festa… A mesma alegria se repetia. Quando iam embora, também ficávamos, a família toda, à porta. Olhávamos, olhávamos… Até que sumissem no horizonte da noite.

O tempo passou e me formei em solidão. Tive bons professores: televisão, vídeo, DVD, e-mail… Cada um na sua e ninguém na de ninguém. Não se recebe mais em casa. Agora a gente combina encontros com os amigos fora de casa: Vamos marcar uma saída!… ninguem quer entrar mais.

Assim, as casas vão se transformando em túmulos sem epitáfios, que escondem mortos anônimos e possibilidades enterradas. Cemitério urbano, onde perambulam zumbis e fantasmas mais assustados que assustadores.

Casas trancadas.. Pra quê abrir? O ladrão pode entrar e roubar a lembrança do café, dos pães, do bolo, das broas, do queijo fresco, da manteiga, dos biscoitos, do leite…

Que saudade do compadre e da comadre!

 

segunda-feira junho 27, 2011 20:10

Se de repente eu partir, voltarei para você

Após passar anos aguardando estar em seus braços, sentindo o seu corpo, recebendo seus carinhos e tendo a força para viver

Hoje me perco na noite, sem saber o que fazer, sem saber para onde ir e olhando sempre para os lados sem sono sentir  com medo de  perder você passando então a no silêncio da madrugada aos poucos  morrer

Morro um pouco mais a cada instante  que se passa  pela falta  que você me faz… Eu, morro devagarzinho  sempre desfrutando de saúde e vida porém com a dor escondida

Se eu de repente morrer, não sofra por mim,
Não brigue com o mundo e não deseje também morrer,
Mas não brigue com Deus por Ele ter  me tirado de você….
Você poderá sempre me reencontrar,
Basta fechar bem os olhos,
E nas verdades de suas promessas  crer.

Morro  nas alegrias, nas dores e na ausência dos amigos
Morro nas saudades, nas tristezas e nas solidões contidas…
Morro dolorosamente a  cada  dia e noite, morro cada vez mais ao lembrar da hora da despedida

Apesar de estar sempre cercado  de pessoas queridas e companheiras que me amam de verdade e querem sempre o meu bem…eu morro da pior forma, morro em vida,  porém  em segredo, para não machucar a ninguém

Dói na alma estar vivo,  tão jovem e não poder te abraçar
Dói com tamanha intensidade, que as lagrimas da minha face não param de rolar

Muitas vezes, paramos no tempo sem saber o que fazer, pois quando o coração não suporta passamos a sofrer

A dor que invade a alma e contagia todo o nosso  ser faz  …
A vida perde o sentido e em vida,  estamos sempre,  delicadamente a  morrer

Se os anjos me ouvissem, de você não me afastaria,
pois qual o sentido da vida se eles nos levam as alegrias
Que missão dolorosa é essa  que nos deixa em conflitos, querendo sumir nas estrelas  muito além do infinito?.
Porque será que ao amar, muito temos de sofrer, mesmo quando amamos em silêncio para ao outro não prender?
Que dor é essa meu bom Deus, que me invade todo dia, que penetra  na profundeza da alma me sugando todas as energias.

Dai-me a sua mão para eu poder segurar, ter a certeza da volta sem me desesperar; continuar sempre amando ainda que tenha que muito mais sofrer. Pois sei que só em seus braços eu poderei descansa sem me perder na escuridão e sem deixar de amar

Dai-me o seu consolo e aplaca o meu coração…
Com a paz e a felicidade para que eu não fraqueje e nem me perca nessa solidão.

Se derepente eu partir, não quero que fique a sofrer, lembre-se das alegrias que juntos pudemos viver…lembre-se de todas as coisas das quais juntos fizemos,…dos beijos ,das dores, das lágrimas e até dos doces e desastrosos pensamentos

Pois onde quer que eu esteja, você comigo sempre estará, seja aqui nessa vida ou em algum outro lugar.
Não consigo aceitar essa tristeza que passo..e ainda que as dores sufoquem  não me perderei, pois darei sempre um novo passo;

Se de repente eu partir, nunca se permita esquecer. De que por mais distante que eu esteja de você jamais irei  esquecer….
Lembre-se que em meu coração você construiu um lindo castelo…florido e carregado de amor fortificando sempre o nosso elo…

E por mais que a distancia nos mate a saudade
Machuque e a dor  nos faça sofrer..
Eu estarei sempre  presente, te amando loucamente, com um amor verdadeiro puro e inocente. Pois você sempre será:
Minha razão de viver

Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons. Você pode copiar, distribuir, exibir, executar, desde que seja dado crédito ao autor original (Autor Edysefer Ferreira). Você não pode fazer uso comercial desta obra. Você não pode criar obras derivadas
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